TEXTURA DAS LETRAS

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

CLARICE LISPECTOR

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FERNANDO PESSOA

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GILBERTO MENDONÇA TELES

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ARMINDO TREVISAN

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GUIMARÃES ROSA

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ANDERSON BRAGA HORTA

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CRUZ E SOUSA

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Textos,texturas em palavras...

Aqui encontrarão os versos que nunca fiz...de maravilhosos mestres da Poesia.

Versos que penetraram na minha alma para sempre!

Textos que abriram as portas da minha ignorância permitindo

entrar um pouco de luz!



e alguns ensaios,pequenas crônicas e outras tantas tolices

que insisto em escrever...





RESPEITE SEMPRE A AUTORIA!!



PS: se por acaso haver algum texto aqui postado como:autor desconhecido,e souberem a autoria por favor, comuniquem à mim!..obrigada!



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Da beleza dos verbos aflogísticos



Tão belo o encantamento dos verbos que nos aquecem a alma...

Tão belo o absorto vento norte que arrebata.

Tão belo o verso que nasce da contemplação.

Tão belo e iluminado quanto o dia que morre em semitons,numa languidez alecrim do prólogo entorpecido.

Tão belo quanto o farfalhar da poesia,é a redenção dos sentidos.

Tão belo o encantamento dos verbos que nos incendeiam

Verbos aflogísticos ,

verbos que devoram o pensamento,

Lampejos translúcidos.

Tão belos silábicos, rastros de luz...

Verbos vastos, intensos...

Tão belos que explicam a umidade do amor,

''O oblíquo silêncio do belo. (José Humberto)''

Tão belo o encantamento dos verbos que nos aquecem a alma...

Ntakeshi



Quem sou eu

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Nancy T
SÃO PAULO, SP, Brazil
Trago impregnado na alma, no corpo, na vida, O perfume de solstício de verão. Um quase equinócio. Rocha que agoniza. Uma solicitude, de marulho olhos vítreos, de terra queimada. O aroma dos lábios que se deixam morrer num beijo. A cortina que se desfaz revelando somente o necessário. Perfume de luz, ar, pedaço de mundo. Músculos, vísceras, sol fresco, rastros de estrelas. Perfume de primavera orvalhada, sinfonias de inverno. O coágulo da ferida, a felicidade inesperada. Um haurir. Um sangrar. O perfume da palavra indomada. Da solidão pungida. Flor de Liz, almiscarados, néctar da loucura. O amor silvestre. Aroma de confidências. Verdor dos anos, O perfume de aprendiz. Transparências das asas esquecidas, perfume de carinho que se deixa no ar. Fragrância do cítrico das memórias pálidas. Cheiro de fome, de sede, de paixão. Uma inquietação do nada. O perfume exalado do poema cru. A excitação do desconhecido. Cheiro de papel, de escritos, do não dito. E trago impregnado na alma, no corpo, na vida, os jardins da poesia. Ntakeshi
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CONVERSAS PARALELAS

Há de se...
Há de se derrubar as muralhas invisíveis,
que de certo separam o Homem dele mesmo...
Há de se perder infinitamente, o Homem de suas misérias.
Há de se apagar as pegadas de Carbono, os rastros das insígneas do caos.
Há de se haver, no tempo presente, o Homem por ele mesmo preservar a espécie.
Há de se... haver tantas coisas urgentes
E nada mais imperativo que o Homem, em síntese com seu dual.

Ntakeshi –

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